Shen Quanyi entrou no Palácio Oriental como concubina em lugar de sua meia-irmã, e aquele harém cercado de lobos lhe ensinou muitas coisas. Após meia vida de amarguras, ela não nutria expectativas quanto ao amor, mas aquele homem tão elevado, tão inalcançável, ajoelhou-se por ela. Ela então se lançou de bom grado na rede que ele tecera — sem imaginar que, um dia, aquela rede do amor seria despedaçada. Afinal, ela era apenas uma substituta. A família a traiu, as irmãs se tornaram inimigas, e o amado a enganou. Depois, em meio a perigos e crises repetidas, Shen Quanyi compreendeu que uma simples concubina não passava de uma formiga no fundo do abismo; aqueles que detinham o poder bastavam mover um dedo para esmagá-la. Era preciso subir, escalar, para ter o direito de viver. [A história de uma pequena dama de companhia que, passo a passo, ascendeu ao posto de Grande Imperatriz Viúva]