Na noite de núpcias, antes mesmo de o véu de casamento de Dou Hongyan ser erguido, ela testemunhou o marido fugir com a maior parte dos bens da mansão do marquês, levando outra mulher consigo. Ela não o deteve, mas, em vez disso, entregou-se a um homem de imenso poder para obter um filho e assumir sozinha o controle da mansão do marquês. De dia, era a respeitada matriarca da mansão; à noite, era levada numa pequena liteira para os recintos profundos e insondáveis do palácio. Assim passaram-se catorze anos. Então, o marido que ela julgava morto voltou, trazendo a família inteira... Antes que Dou Hongyan pudesse agir, o homem por trás dela a pressionou contra o leito, os olhos sombrios tomados por intenção assassina: "Ousas deixar o fruto de este soberano chamar um inimigo de pai?"